Criação de jogos como estratégia no ensino de programação

Entenda como a criação de games pode ser uma excelente ferramenta prática para despertar a atenção e o interesse nas salas de aula



Dentro da sala de aula, os professores veem cada vez mais a necessidade de inovar e mudar as abordagens, de forma a manter a atenção dos alunos e incentivar diferentes áreas do desenvolvimento. E algumas novas estratégias se baseiam em utilizar diferentes aspectos de jogos em geral, os quais são bem defendidos por pesquisadores, porém acabam não sendo tão aplicados.


Muitos docentes consideram o uso de jogos algo difícil e que demanda um elevado conhecimento técnico, enquanto outros ainda acreditam que isso é algo “viciante” e prejudicial à saúde mental. Em realidade, o uso de games na educação pode ser algo mais simples do que se imagina e trazer uma série de benefícios a todos os envolvidos, principalmente em se tratando de criação e programação.



No que consiste um jogo?


O termo jogo é usado para definir uma espécie de brincadeira que gira em torno de um propósito e funciona a partir da progressão, como em fases, e recompensas. Também costuma ter algumas restrições e estimular a interação entre os participantes, podendo ser tanto físico, como recreação ou tabuleiro, quanto virtual, mais conhecido como video game.



Games como estratégia de ensino de programação


Os jogos virtuais podem ser uma excelente ferramenta para o ensino. Não estamos falando de video games “prontos”, mas sim específicos, desenvolvidos especialmente para a educação, que podem incentivar os alunos de diferentes formas, dependendo do que cada desafio pede, seja visando à cooperação entre toda a turma, seja ensinando conteúdos e aumentando a produtividade.


Porém, é preciso se atentar a alguns pontos, afinal não deve ser apenas uma atividade de lazer; é preciso que cada game tenha um objetivo pedagógico e é fundamental tomar cuidado para que não se torne uma competição negativa.



O ensino de programação nas salas de aula


Cada vez mais escolas estão promovendo o ensino de programação, afinal essa é uma das principais “competências para o futuro” e é uma forma de tirar proveito da influência da tecnologia na geração atual. A melhor forma de ensinar isso às crianças é de maneira prática e inovadora, justamente o que a criação de games oferece.

Além de aprender a programar, os alunos têm a criatividade estimulada, tornam-se estrategistas, aprendem a trabalhar com a resolução de problemas e a transformar suas ideias em realidade. Também aprendem a lidar com erros e frustrações da melhor forma possível, sabendo identificá-los e simplificá-los, independentemente do nível de complexibilidade.


A matemática também é fortemente estimulada na programação, uma vez que é a base de todas as operações, em conjunto com o raciocínio lógico.



Como aplicar essa estratégia em sala de aula?


Com a criação de games, os alunos são protagonistas do próprio ensino, porém a atuação dos professores ainda é fundamental para supervisionar e orientar. E, ao contrário do que muitos podem pensar, existem plataformas que tornam isso relativamente simples, como a IdeaBit e a mDesigner, que permitem que o aprendizado também seja levado para casa.





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